Articuno

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  Quanto mais se aproximavam, mais forte a neve e mais gélido o ar ficavam, não podiam prosseguir por causa da forte correnteza – “Mesmo se conseguíssemos nadar, não atravessaríamos essa correnteza” – olharam mais adiante, perceberam o vulto tinha grandes asas – “Com essa neve não consigo ver se é um Pokémon!” – aproximaram-se o máximo que podiam, se dessem mais um passo caíram na água, quando o vulto virou-se, estendeu as asas e, ao batê-las, a neve ao redor se espalhou, conseguiram finalmente ver o ser – “Articuno!”.

  Ambos estavam felizes em ter encontrado o Pokémon lendário, Articuno encarou-os, a neve estava envolvendo-o quase que completamente, Nones perguntou se Bep tentaria algo – “Não! Não sou louco de tentar batalhar contra um Pokémon lendário!” – a pressão que sentiu não era a mesma quando encontrou Zapdos, pensou Nones: “Talvez sinto-me menos ameaçado pela distância… quando encontrei Zapdos estava muito mais próximo dele”.

  A neve cobriu totalmente Articuno, que tornou-se novamente um vulto no meio da neve – “Bom… já capturei alguns Pokémon e encontramos o Articuno! Vamos voltar?” – Nones concordou e retornaram para a entrada. Acenaram para o barco do senhor, que recolheu a rede e buscou os garotos – “Encontraram muitos Pokémon?” – Bep e Nones estavam ansiosos demais e contaram que encontraram Articuno – “Oh, que bom para vocês! E o que acharam?” – faltaram palavras para descrever, permaneceram alguns minutos em silêncio e responderam com um simples “Incrível” – “Muito bem, podem descansar, logo chegaremos em Fuchsia”.

  Quando chegaram em Fuchsia, agradeceram ao senhor pela ajuda com o barco – “Visitarei as outras cidades que meu irmão visitou, aproveitarei e batalharei contra os líderes de ginásio. Até mais!” – Bep despediu-se de Nones e partiu em direção à cidade de Wisteria, enquanto que Nones retornou ao centro Pokémon, queria muito contar ao Professor Oak sobre o Articuno.

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